Tratamento

A identificação e a abordagem do comportamento de fuga são aspectos importantes do tratamento. Os doentes necessitam de quebrar o ciclo de fuga e ansiedade, permitindo a si próprios estar em situações que os tornam ansiosos. Como primeiro passo para lidar com a PSPT, deverá encorajar os doentes a transformarem a atitude de fuga, que é um mecanismo passivo para lidar com as situações, numa atitude ativa, sugerindo que realizem atividades que lhes desviem a atenção do traumatismo e que os mantenham envolvidos nas suas vidas.

Em última análise, a eliminação da atitude de fuga pode requerer tratamento com um especialista em terapêutica cognitivo-comportamental (TCC). Uma vez que o número de terapeutas com treino na TCC é insuficiente e que a terapêutica farmacológica pode aliviar os sintomas de forma equivalente, a farmacoterapia é uma opção frequente.

Duas abordagens alternativas demonstraram igualmente eficácia clínica.